Sexta-feira, 25 de Março de 2011
POEJO- Plantas medicinais

 

Plantas Medicinais, P37 – POEJO

 

NOME;Científico- (Mentha pulegium L)

Outros Nomes; Hortelã-pimenta-mansa, hortelã-dos-Açores,Poejo, Erva-de-S Lourenço, menta selvagem,

FAMÍLIA; Lamiaceae

Componentes:, Oleos essenciaisTaninos,

PROPIEDADES;, antiespasmódico, colerético, digestivo, hipotensor,azia, antiséptico, digestivo, expectorante, cicatrizante, carminativo, flatulência, aromático,diaforética, reumatismo,                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                        

PARTES UTILIZADAS: Folhas frescas ou secas

Indicações; Os chás por infusão desta planta, são recomendados para constipações, tosse, e gripe.acidez no estômago, bronquite, gases, arroto,desarranjos menstruais, nervos, este chá com umas gotas de sumo de limão, diz-se, que faz bem a pessoas que sofrem de hipocloridria,   

Contra indicações: Como a maioria das plantas, as grávidas não devem beber deste chá, não se deve abusar na quantidade de chá até 3 chávenas ao dianão tomando mais de sete dias seguidos. Não deve ser aplicado em peles muito sensíveis

Recomendação;

 

 

È intenção deste blog dar a conhecer, apenas a informação do relacionamento que tenho com as plantas, e transcrever as minhas observações, assim como colher informações de pessoas que fazem uso das plantas para determinadas enfermidades, o que pode não coincidir, de uma forma generalizada, dependendo das regiões e costumes, tento descobrir e pesquisar, neste âmbito, não quero que seja interpretado como receituário,  agradeço todas as informações que me possam enviar, em prol do bem do conhecimento,

 

           

Voltando novamente às plantas medicinais, apresento uma planta que embora não seja muito velha no quintal, é uma planta imensamente conhecida, com imensas propriedades medicinais e condimentares, é uma planta fácil de confundir com outras ervas infestantes que se intrometem e confundem, temos que estar atentos a algumas particularidades inconfundíveis, que numa primeira observação é detectada de imediato, é, o aroma inconfundível do poejo, é o enraizamentos idêntico à hortelã pimenta, é a floração, parecida com a névada dos gatos. Aconteceu no ano passado tinha plantado poejo no canteiro dos tomates, (as menthas também servem para afastar algumas pragas junto de outras plantas), alguém os arrancou pensando que eram ervas daninhas, a folhagem também tem parecenças com as folhas dos oregos .

            O poejo é uma planta vivaz,  semelhança da maioria das plantas, não se dá nada bem com a neve, ficam adormecidas, começando a aumentar o enraizamento e a despontar os brotos novos quando começa a aumentar a temperatura a  aparecer o sol, gosta de meio sol e média umidade.

            Outra das virtudes desta planta, é a parte condimentar, ela se presta muito bem no uso de culinária, no tempero de molho de carnes, em especial de carneiro e ovelha, mas o gosto característico do poejo, dá para confeccionar, outros pratos de carne e também carne de frango no tempero de saladas de frutas e verduras aromatiza as bebidas etc, 

 

 

 Nesta foto, côr amarela e vestígios de neve /quintal

 

Para uma receita de culinária calque aqui



publicado por J. Alves às 00:03
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Terça-feira, 22 de Março de 2011
Por S. Silvestre, Associação Cultural e Recreativa de Cardielos

 Florestação das áreas ardidas.

 

A Associação Cultural e Recreativa de Cardielos, em 19-03-2011, apareceu bem cedo e em força, para ajudar a plantar as árvores cedidas pela Câmara Municipal de Viana, esta instituição apresentou-se para colaborar com a Confraria  de S. Silvestre na plantação de árvores, 160 árvores oferecidas pela Câmara,  de Viana do castelo, O Presidente da  Associação, esmerou-se em dar o exemplo no manuseamento da enxada.

 

Este gesto, além de salutar ajuda física, muito almejada e sempre  bem vinda, deu para mostrar aos mais jovens As ruínas arqueológicas existentes no local (castros), que esperam hÁ muitos anos, por técnicos classificados, para que possam ser devidamente estudadas, enquanto isso não acontece, vão  sentindo os efeitos da erosão  e a degredarão sucessiva, à espera que as autoridades regionais Há muito conhecedoras deste problema, se debrucem sobre este assunto. Também o apreciar da paisagem em dia solorengo, enquanto se ligam à terra os pinheiros mansos e outras árvores, nas áreas queimadas, satisfazem os olhos que se estendem até ao longo horizonte.  

Alguns decalques positivos no decorrer desta intervenção, poderão certamente, ser motivo para que este brioso grupo de bem-fazer em prol da conservação da natureza, se empenhe em novas investidas deste género.        

Foi pena, as árvores terem acabado cedo, não havendo possibilidade de arranjar mais árvores para aquele dia, assim começamos a fazer queimadas com os troncos das giestas arrancados. Algumas fotos poderão elucidar.      

                                                                                                                           

           

   

  

 



publicado por J. Alves às 15:40
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Sexta-feira, 18 de Março de 2011
S. Silvestre - Cardielos, a florestação do Monte continua

Continuando com a florestação do Monte de S. Silvestre

 

 

Sempre foi um problema ao longo dos anos, para todas as Confrarias que passaram por S. Silvestre, a luta travada contra a infestante natureza, nomeadamente as Silvas, as giestas e a Austrália (Acacia melanoxylon), esta nasce espontaneamente em qualquer sítio nos locais mais insólitos, da mesma maneira caem de pé, desprotegidas, por as raízes não terem terra suficiente para se agarrarem. Basta um descuido de um escasso período de tempo, para que estas plantas cresçam desmesuradamente, formando um bosque impenetrável. No ano passado, os mesários da Confraria, resolveram pegar em moto serras, machados, sacholas, picaretas e outros utensílios, durante vários dias, este pelotão de voluntários, atacou o arvoredo com mais de dois metros e meio de alto numa determinada extensão, fizeram-se fogueiras para queimar o material cortado, nestas actividades estivemos sempre em contacto com os Bombeiros de Viana do Castelo, Plantamos cerca de 40 árvores envasadas, cedro-atlântico, juniperus communis,  pinheiros (pinus pinea), e dois plátanos,( Platanus orientalis), árvores, com aproximadamente cinco anos. Os fogos que surgiram no verão de dois, mil e dez , que açulou todo o Pais, mas com intensidade aterradora no Minho em especial no Monte de S. Silvestre, em que a limpeza  feita anteriormente foi muito eficaz para preservar a capela e anexos.

Toda a parte cimeira   até ao parque nascente, com demarcações e registos, pertencem à Confraria de S. Silvestre, sendo as outras ladeiras abaixo de particulares, não existindo baldios, assim sendo, a confraria tem responsabilidades    acrescidas, na preservação e protecção do  local, depois da  calamidade do fogo arregaçamos as mangas e começamos a  fazer  uma nova florestação  alternativa, de forma a estagnar a giesta e a  silva, assim temos apelado para que nos dêem as árvores sobrantes sejam elas, de fruto, ornamentais, arbustos, nós as colocamos, a nossa ideia, é estudar as plantas que melhor se adaptem e resistam, aos factores climáticos locais, como seja a altitude, o vento o frio e o calor, tem sido grande a diversidade de plantas e arbustos já colocados, até plantas florais, o difícil, vai ser travar a giesta, que num verde mimoso está a romper muito rápido das profundezas das cinzas.

Nos tempos idos, na idade do ferro, os povos celtas quando chegaram a esta região, instalaram-se e viviam em comunidade no alto dos montes

 em pequenas habitações circulares feitas de granito, conhecidas por castros, e aqui no alto do monte de S. Silvestre, podem-se ver, os resto arqueológicos de alguns, castros conhecidos também por Citânias, (urbanização da época), estes povos da pré-história, escolhiam os locais altaneiros do monte, por estratégia defensiva e porque era no monte que estava a sua sobrevivência, a caça e os frutos silvestres, Quem sabe se as oliveiras (Olea europaea L) , os Castanheiros (Castanea sativa), as Cerejeiras (Prunus serotina) , as Nogueiras (Juglans regia L), Amendoeiras (Prunus dulcis), Ligustrum lucidum, Ulmus parvifolia, etc, sobreviverão no meio agreste, tendo por perto os Pinheiros, (Pinus pinea), e Carvalhos (Quercus), os que sobreviverem também darão frutos silvestre.

 A Câmara Municipal de Viana do Castelo, cedeu-nos 100 Pinheiros mansos, 50 juniperos, 6 cedros e duas  Branquiquito ou Perna-de-moça (Brachychiton populneus ),fomos buscar estas árvores, na semana passada, algumas já estão colocadas, as duas perna-de-moça, australianas, foram colocadas junto à casa da musica.

Os nossos agradecimentos à Câmara Municipal de Viana Não sabemos qual será o desfecho, de todo o nosso esforço aplicado numa experiência nunca feita anteriormente neste local, com esta diversidade de reflorestação, mas estamos convictos que se salvaguardamos uma determinada percentagem positiva desta experiência, o nosso esforço em alterar a flora existente, invasora e insustentável, não terá sido em vão,  atendendo, a que a mesma se relaciona em solo granítico, cujo aproveitamento está condicionado às lacunas, vertentes das rochas. Anima-nos a ideia, de que, com este projecto poderemos contribuir para que o monte, seja mais acolhedor e florido, de forma a que, os visitantes pedonais, possam usufruir descontraidamente, de bons momentos de lazer, admirando grande variedade de rochedos com contornos espectaculares, talhados pela mãe natureza, ao longo de muitos anos de erosão, é sabido que as plantas absolvem CO2, o gás carbónico existente na atmosfera, ajudando a minimizar o efeito de estufa, claro que é numa escala tão diminuta, que pouco ajuda, em relação à crescente poluição desenfreado causada pelos agentes económicos das indústrias estabelecidas.

Podemos sim, contribuir para uma biodiversidade sustentável criando condições de equilíbrio, em que possa funcionar um ecossistema, criando condições em que a diversidade de elementos da natureza, se possam adaptar ao conjunto inserido. Ao plantarmos plantas de fruto, haverá floração, havendo a possibilidade de atrair abelhas, aves,  e também outros animais à procura de alimentação diferente, havendo canteiros rodeados de arbustos florais  ou ornamentais as pessoas se deslocam mais ao monte, ao contrario de um bosque impenetrável, nesta conjuntura, certamente que será mais fácil extinguir um fogo, se forem criadas linhas apropriadas de contenção.  Embora o trabalho seja voluntário, estamos a trabalhar com as nossas máquinas, a Câmara de Viana,  tem nos dado várias arvores, mas precisamos de máquinas e mais ajuda. Como dizia o célebre 1º Ministro Inglês quando da Segunda Guerra Mundial, Winston Churchil; Dai-nos vós as ferramentas que nós fazemos o resto. Nós dizemos dai-nos as árvores que nós as plantamos 

    

João Alves (membro da confraria)

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 

 

 

 

 

 



publicado por J. Alves às 08:24
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Quarta-feira, 16 de Março de 2011
S-Silvestre- Convivio da Confraria

 

 

Já assinalado em acta em Setembro de 2010, a marcação deste convívio, que deveria ser feito no ano passado e chegou a ser marcado e alterada a data, em virtude dos vários convívios, que fizemos para angariar fundos e,  também, algumas outras indisponibilidades. Na reunião que deliberamos a data de 13 de Março de 2011, ficou assente lavrado em acta que seriamos nós os homens a  cozinhar e elas, viverem esse dia despreocupadas, foi um pouco do nosso reconhecimento pelo muito que todas elas nos tem ajudado em muitos eventos ao longo do ano, para angariar fundos para as obras que estão a decorrer. O prometido é devido e no passado domingo, os membros da Confraria e todos os seus familiares cerca de 60 pessoas tivemos o nosso desejado convívio. Nós homens arregaçamos as mangas e demos o nosso melhor no manejo das panelas, O menu apresentado foi bacalhau à Timotio, carne assada, diversas entradas, croquetes bolos de bacalhau rissóis, melão com presunto, salada de fruta, etc, devo salientar  que nesta Confraria temos alguns classificados cozinheiros, O mestre Timótio, o mestre Augusto, o Manuel Castilho e o João Brito que foi cozinheiro na tropa em 1966, os outros elementos , todos bons aficionados na copa, e outras especialidades, eu por exemplo,  sou ágil com a faca na descasca de batata e fruta e sou um bom garfo à mesa. Bom, demos o nosso melhor,  expusemos o melhor requinte possível, as mulheres adoraram, mas não há bela sem um senão? Tudo estava tão bom, tão bom (palavras delas ditas publicamente), que agora querem repetição. Isto pode dar em confusão. Oxalá não se lembrem de nos pedirem uns trabalhos extras em casa. Vai ser bonito?

 

 

 

 

 

 

 

 

 (Por circunstâncias imprevisíveis O Zelador da Confraria José Albino não pôde estar presente, mas todos estávamos solidários e bem alto ouvimos a sua voz, trocamos mensagens de franca camaradagem. Nada mais acrescento, as fotos dizem o resto, imprevisto técnico impediu-me de colocar todo o material no blog só hoje tive opturnidade.( João Alves um membro da Confraria)

 

 

   

 

    

CURIOSIDADE? O que se passará na cozinha

 

 



publicado por J. Alves às 23:56
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